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Matéria sobre uma possível candidatura de Dilma Rousseff, versão feijão-e-arroz de "la" Hillary, nas próximas eleições para presidente do Brasil. Começava fazendo referência ao bambolê ganho pela ministra, cortesia de Henrique Alves, líder do PMDB na Câmara dos Deputados.
Tudo bem, tudo bem, roger that: bambolê, jogo de cintura, política e Dilminha mais rija que Sthephen Hawkings dançando o tchacabum.
Mas precisava mesmo colocar, a certa altura, que "a ministra vai ter que rebolar muito" - ainda por cima quando a frase está bem distante da metáfora bamboleística que iniciou a matéria? Alguém por favor calcula as chances do leitor regular vislumbrando a presidenciável mandar ver numa lap dance para meia cúpula de aliados?
Não sei você, caro leitor, mas me parece apropriado que logo a Trolha tenha dado uma notícia de forma tão, ahn, retaguardista. Se é que vocês me entendem.